A procura da resposta para um ignorante pensamento amargo
Um dia estava tentando entender o poder de um pensamento amargo. Mas apenas pensei e tentei o entender. Depois esqueci e achei que o que fazia um absurdo e voltei a escrever minhas cartas. Aquelas cartas me distraiam por um tempo, mas depois retornavam as mesmas idéias. Não entendia o porquê de tanto questionamento que eu comecei a fazer sobre o "poder" de um pensamento amargo. As cartas estavam começavam de um jeito e terminavam de outro. Não mais consegui concentrar-me. Fui para a sala e tentei tocar piano. Refleti sobre aquela harmoniosa música por um tempo e pensei: Como tão amargos pensamentos poderiam atrapalhar aquela melodiosa música.
Andei de um lado para o outro no jardim e o mesmo pensamento não me saia da cabeça. Tente analisar a mim mesmo e vi que essa insistência em tentar descobrir verdades por trás de pensamentos e idéias poderia deixar-me um pouco mal. Quando me deitei para descansar um pouco refleti sobre os últimos dias. E de tudo que me ocorrera. Vi que quando pensamos algo amargo, às vezes mesmo sem querer, acabamos deixando que ele saia e entre no coração de uma pessoa.
Antes o que era um pensamento amargo acaba ganhando forças e saindo de nós. E quando percebemos que eles saíram, vemos que já está sobre o domínio de outra pessoa. E aquele pensamento havia se transformado em fala. E esta fala feriu alguém. E o que eu deveria fazer para mudar o meu eu e parar de ter pensamentos tão amargos a ponto de ferir alguém ou a mim mesmo? Talvez a solução fosse ver o mundo e as pessoas de uma forma diferente e entender cada detalhe delas.
E perceber que todas são iguais a mim. E que o pensamento amargo dirigido a uma pessoa, antes ele veio de mim. E retornará a mim. E o porquê eu não sei. Minhas lógicas sem sentidos tentando explicar fatos mais uma vez. E é mais uma página do meu diário que se vai, procurando entender meu mundo. E nada mais.
Diário de Rosas Brancas, por SS Bardot.
Ache...
terça-feira, 29 de julho de 2008
sexta-feira, 18 de julho de 2008
HELENA

Outra página do caderno de poesias! Mas esse poema foi a Juh que fez e eu, fiz o desenho^^ ... Caso não esteja enxergando o poema acima é este:
HELENA
Por ela,
Que contra os medos lutou
Aceitou ser ignorado
E as lágrimas enxugou
Por ela,
Quis dar a vida
De qualquer forma
A vida perdeu
Sem sua bela voz
Nas tardes de domingo
Sem seu amor
Sem seu carinho
Um amor nascido
De um inocente sentimento
Doce Helena,
Que de seu coração
Tirou o tormento
Mas tormento
Que a vida devolveu
Um dia marcado
De angústia e dor
Um dia de morte!
Que fez a vida tirar
"A ti encontrei, Helena,
Minha doce menina."
Por Juliana S. de Souza
terça-feira, 15 de julho de 2008
As primeiras folhas

Uma das folhas do caderno de poesias... Este caderno foi um presente da JuH no meu aniversário há, mais ou menos, uns dois anos atrás. De lá pra cá começamos a escrever diversar músicas, poemas, histórias, contos e alguns estão registrados neste caderno. Tem também alguns poemas de outros autores e algumas frases, fotos, assinaturas doidas dos nossos amigos e mais um monte de coisa... A cada ano que passa mais lembraças são acrescentadas. Ah! Não posso esquecer que a Jaque também nos ajuda nessa história toda de poesias! Caso não consiga visualizar a foto, clique sobre ela.
O poema escrito acima é este:
Perceba, vede a luz
Olhos de quem vê, porém, pecadores
Levando ao eterno túmulo sua dor
Já se faz noite altiva
E ainda andas sem rumo
Sua dor insana, que corroe, então, vosso peito
Profundos desvaneios
Se por mais amargo desejo quis
Que de seu erro algo viesse
Seu impuro desejo
De algum dia ser anjo
Interior que já não sente
Beleza incontida
De alma camponesa
Escrito por: Rayanne Seidel e Juliana Santos
Em 05/2008
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