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domingo, 24 de janeiro de 2010

[Design] O encouraçado SeaOrbiter



TAÍ UMA COISA QUE não se vê sempre! O primeiro navio vertical ainda não está pronto, mas é um projeto muito provável de ocorrer. E a ideia vem do francês Jacques Rougerie, de 64 anos, que batizou o navio de SeaOrbiter.

Para a realização do projeto do navio vertical são necessários 35 milhões de euros, algo em torno de 90 milhões de reais, dos quais Rougerie já afirma ter metade. Ele também conta com o apoio de um estaleiro e do apoio do presidente francês Nicolas Sarkozy.

Com 51 metros de altura, o navio divide-se em duas partes: A primeira é a parte fora da água onde estão localizados os equipamentos de navegação e comunicação, além de uma plataforma de observação. E a segunda parte está submersa e é onde ficarão os cientistas e também uma cabine pressurizada para os mergulhadores.

Não sou especialista no assunto, mas posso dizer que, ao meu ver, será uma grande revolução na ciência e, principalemente, na engenharia. Pelo que eu pesquisei, parece que até agora ainda não há previsão para o navio ficar pronto.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

[Livro] Eu sou o mensageiro




A MAIORIA TEM UMA 'CRISE de identidade’ aos trinta anos. Para mim, isso ocorreu com quinze e para Ed aos 19. Taxista, filho de uma mãe que o despreza e de um pai bêbado e morto, Ed mora sozinho num apartamento nos subúrbios da cidade apenas na companhia de Porteiro, um cachorro fedorento, e de seus amigos que o visitam para jogar cartas. Vendo que a essa mesma idade tantas pessoas conseguiram fazer algo importante, como Joana D’arc. e Einstein, Ed começa a se achar inútil. Dias depois de ser reconhecido como herói em um assalto ao banco, Ed começa a receber misteriosas cartas de baralho, jogo em que ele está bem acostumado a jogar com Audrey, Richie e Marvin. Nelas está escrita algo que parece ser a peça para montar um quebra-cabeça confuso que o põe em risco para sentir-se importante enquanto salva a vida de pessoas.

Mesmo anonimamente, Ed vê sua vida mudar para melhor enquanto ele muda a vida de outras pessoas. O que era para ser um suspense-dramalhão torna-se uma comédia. O fato é que o ‘pessimismo’ de Ed é engraçado. A linguagem do livro é como a do personagem, simples, com gírias e palavrões.

Além de ter de resolver o problema das cartas, Ed também tem que decidir sobre sua paixão pela sua amiga Audrey e ver se põe juízo na cabeça dos outros dois amigos. Superar a morte do pai, o tornando uma figura melhor, também é difícil, ainda mais quando se tem uma mãe que parece ser simpática com todos, menos com Ed.



É um dos melhores livros que eu já li. O outro livro mais conhecido do autor é A menina que rouba livros. Depois de ler este e ler Eu sou o mensageiro, Markus Zusak entrou na minha lista como o autor favorito, perdendo só pro Machado. Irônico e hilário não me fez parar de rir. É um tipo de livro que agente quer passar para todos os outros.

Muitos amigos meus leram e também quiseram deixar um comentário sobre o livro, para vocês verem como nós gostamos:


“Um livro inteligente, que prende a leitura do início até o fim. Com desfecho surpreendente, que não permite parar de lê-lo até descobrir o que está por trás da história. E tem humor. É bem humorado quando vi aquele cara no assalto do banco, pode fazer tudo, menos falar mal do carro dele”. (Adilson – 43 anos)

“Eu sou o mensageiro é um ótimo livro. Te inspira a fazer coisas boas, a mudar o mundo, pelo menos foi assim que eu me senti. O melhor de tudo é quando você lê pela segunda vez e pode perceber detalhes que são falados no decorrer da história. O que eu realmente achei interessante é a semelhança do cara que manda as cartas com o autor do livro”. (Geana – 16 anos)

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Como Zaqueu...



((Para ouvir: http://www.youtube.com/watch?v=DqKir6ze-sE

ASSIM COMEÇA A música de Regis Danese (Faz um milagre em mim), que ficou famosa, não apenas entre religiosos, mas por todos os brasileiros, ganhando versões até mesmo em forró e funk. O que eu quero dizer com isso é sobre uma história que ouvi: Várias pessoas cantavam essa música até que uma pergunta – Quem foi Zaqueu? - Por isso resolvi explicar quem foi esse homem e a sua relação com o pedido de restauração a Deus presente na música. A história está narrada na bíblia em Lucas 19: 1 a 10.

Zaqueu foi um cobrador de impostos. Certo dia espalhou-se a notícia de que Jesus estaria em Jericó, cidade onde Zaqueu vivia, e grande multidão se reuniu para ver o Mestre passar. Zaqueu era um homem de pequena estatura e não conseguia ver Jesus em meio à multidão. Ele resolveu subir numa árvore para ver Jesus, e se surpreendeu quando Ele disse para que Zaqueu descesse da árvore, pois, naquela noite, Ele passaria em sua casa.

Descendo com pressa, Zaqueu chega a casa e recebe Jesus com grande alegria. Há um fato não explícito no texto, mas Jesus provavelmente pregou e orou com Zaqueu. Como era rico, Zaqueu decidiu que daria metade dos seus bens aos pobres e que restituiria quatro vezes mais a quem havia defraudado. E concluí-se a história com Jesus dizendo: “Hoje houve salvação nesta casa”.


Agora vocês já sabem quem foi Zaqueu. Na música o autor quer chamar a atenção de Deus, assim como fez Zaqueu ao subir na árvore. O autor também fala de como ele é pequeno para resolver seus problemas. No refrão o autor aclama para que, na casa dele, também haja salvação como houve com Zaqueu. E também pede para que a estrutura seja mudada, ligando-se ao fato de que Zaqueu devolveu aquilo que tinha roubado e se tornou um homem honesto, e suas feridas sejam curadas, tratando-se da cura não só das feridas físicas, mas também das espirituais que são causadas quando se está em pecado.

Quando vocês ouvirem esta música uma próxima vez, entenderão quem foi Zaqueu. Para completar o que foi escrito aqui, seria bom que os senhores leitores lessem a passagem da bíblia onde está a história :D

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Viva ao ano novo. Viva à copa na África. Viva aos seis anos até chegar a Olimpíada. Viva à piadinha que fizeram sobre isso. Viva ao (penta)campeão ‘framengo’. Viva ao filme do Lula. Viva a ceia. Viva à piadinha do pavê. Viva à queima de fogos em Copacabana. Viva à Austrália. Viva às continuações dos filmes. Viva ao Oscar. Viva à energia renovável. Viva as promessas de fim de ano. Viva às piadinhas de final de ano. Viva aos anônimos e aos famosos. Viva às auto-ajudas. Viva a quem gosta de rádio no máximo. Viva ao maior prêmio da história que eu não ganhei. Viva aos dois milhões da Avenida Paulista. Viva ao show da Times Square. Viva às notícias de shopping cheios. Viva às moedas. Viva ao Star Wars. Viva ao Fluminense que ia, mas não foi. Viva ao forró e à música eletrônica. Viva aos votos sinceros. Viva aos votos hipócritas. Viva à areia limpa da praia e à chuva de papel (esse ano teve?!). Viva às crônicas. Viva à ironia. Viva ao ano dos vestibulandos. Viva aos que já entraram na faculdade. Viva aos carros elétricos. Viva a música brega, antiga e cafona que eu ouço. Viva ao filme brega, cafona e independente que vejo. Viva às câmeras. Viva à rotina. Viva ao horário de verão. Viva as charges. Viva às piadinhas sobre comida. Viva às leis. Viva à paz, amor e tudo de bom pra você. Viva ao Word e ao World. Viva à nova cor da moda. Viva à praia cheia, bem cheia, pra espantar o calor. Viva ao trauma de água-viva que venci. Viva ao pudim e ao sorvete napolitano. Viva ao calor. Viva à chuva. Viva à cafonice. Viva às férias, aulas e trabalho. Ou viva a um salve, que está mais na moda.

Apesar de todos os votos que vocês já ouviram, só desejo que Deus os abençoe e proteja. Esse sim é o meu voto mais sincero.

-- desculpem à asência.