Ache...

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Natal com música

Não é que hoje eu esteje sem idéias pra postar, e nem é porque eu estou recebendo bastantes comentários e visitas aqui que não vou responder os comentários, só estou sem tempo. Mas, entrando no clima do natal e da "moda", mudei o fundo do blog. Moda porque eu não espero um natal gelado no Brasil, nada a ver o casaco. Voltando ao post, quero deixar uma música da banda Fruto Sagrado que a tempos espero a proximidade do natal para postá-la aqui. Leiam, ouçam e reflitam!

Uma noite de paz Por Fruto Sagrado
Você já esqueceu do aniversário de quem você ama?
Já esqueceu o nome de alguém que te ama?
Mas chega o fim do ano e é tudo igual,
Eu acho que vocês acham que eu sou débil-mental!
São mais de 300 dias debaixo da opressão
Medo da guerra, da bala perdida, medo do medo da solidão,
Eu vejo os shoppings lotados, ruas lotadas,
Avenidas decoradas por corações vazios...

Feliz Natal! Pra criança deixada na rua...
Noite Feliz! Praquele que não tem o que comer!
Feliz Natal! Pro pai desempregado...
Noite sem paz! Praquele que a morte veio ver!
Uma noite de paz! Uma noite...

Estava desconfortável, escuro e frio...
O cheiro dos animais invadia o curral
Onde a virgem Maria trouxe ao mundo
O Príncipe da Paz, o único capaz
De transformar o caos em harmonia,
A tempestade em calmaria,
Corações sujos como aquela estrebaria
Em um lindo shopping center decorado pro Natal...

Feliz Natal! O natal que muita gente esqueceu!
Noite Feliz! Pra quem ainda não veio pra festa!
Feliz Natal! O mundo é quem ganhou o presente!
Noite sem paz!
Pra quem esqueceu daquele que nunca te esqueceu!

Feliz Natal! Deixe-o nascer em seu coração!
Noite Feliz! O passado fica pra trás!
Feliz Natal! Você é o presente de Deus!
Noite de paz! A morte morreu de medo ao ver Jesus nascer!
Uma noite de paz! Muito mais que uma noite de paz!


Talvez você não goste tanto assim da letra. Tem momentos que a acho sem sal e outros que a acho legal. Mas imagine a cena, na realidade ou encenada sobre palcos. Depois posto o audio dela aqui e escrevo algo sobre ela que acho que fará vocês estende-la de uma forma, talvez artistica, talvez "Sofiana".
Feliz Natal para vocês e para a suas famílias.
Próspero ano novo! Desculpas pelas possíveis falhas ortográficas.
E tudo isso sem hipocrisia, de coração mesmo. Das autoras dos contos de Sofie a vocÊs!

sábado, 13 de dezembro de 2008

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Valorize a REAL BELEZA!


Foto de: http://www.campanhapelarealbeleza.com.br/flat3.asp?id=3305

Estava pensando esses dias sobre o que é beleza e resolvi começar uma campanha pela real beleza no blog. Vim percebendo que existia pessoas as quais eu julgava serem feias e outras bonitas. Mas o que é beleza? E o melhor de tudo, a quem cabe a julgar? Me fiz estas perguntas e refleti sobre cada uma delas.

1° O que é beleza? (segundo o dicionário Silveira Bueno)Formosura, beldade, ecanto.
Achei "vaga" essa descrição. Aliás, a que tipo de formusura ele se refere? Formosura de pensamento, de olhos, de cabelo, de roupa, de criatividade? Vago não?
2° A quem cabe julga?
Cabe a Deus e somente a Ele. E foi Ele mesmo que nos disse que era para amar ao próximo como a nós mesmos(HB 10:30). E a biblía também diz algo importante sobre isso: "Pois com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós." (MT 7:2)


Pois bem, depois dessas perguntas respondidas comecei a repensar meus conceitos e vi que na verdade você enxerga no outro aquilo que você quer. Vi que TODOS, e repito TODOS NÓS HUMANOS, ANIMAIS E VEGETAIS, somos seres lindos, porém cada um tem uma beleza diferente. Pode parecer um tanto "clichê" mas apenas parece. O que eu quero dizer é que devemos olhar o outro e procurar nele aquilo que achamos belo. Por exemplo: Imaginamos uma pessoa dita feia pelos padrões de beleza, mas que goste das mesmas músicas que você, ou que tenha algo que você goste. Essa pessoa não será bela? Portanto, amigos, beleza está além de imagem. Muito além de imagem, modelos e padrões. VALORIZE O QUE VOCÊ TEM DE BELO E O QUE O OUTRO TEM DE BELO.
Abro aqui a campanha pela real beleza (sem querer plagiar o nome) do blog Contos de Sofie. Conto com vocês!

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Poesia: Quem és tu?



Quem és tu?
Dono de todo doçura
Carinho, paixão e formosura.
° °
Oras! Quem és tu?
Meu adjetivo predileto
Para o amor
Meu desejo de ser
Em seus braços o que
Em sonho sou.
° °
Quem és tu?
Dono do meu silêncio?
És o meu amor perfeito
Sedento de ti?
E de quem mais?
° °
Quem és tu?
És algo além de sonho?
°° Por Sofie Simons Bardot °°


Um pouco de literatura e romantismo em novas postagens.
Imagem de: http://alojaeasverdades.blogs.sapo.pt

sábado, 6 de dezembro de 2008

O que aprendemos?


Estava dando um "passeio" na internet quando vi esse pequeno texto e o achei interessante. Resolvi postar aqui:

Assunto: Papo de Criança

- E aí, véio?
- Beleza, cara? - Ah, mais ou menos. Ando meio chateado com algumas coisas.
- Quer conversar sobre isso?
- É a minha mãe. Sei lá, ela anda falando umas coisas estranhas, me botando um terror, sabe?
- Como assim?
- Por exemplo: há alguns dias, antes de dormir, ela veio com um papo doido aí. Mandou eu dormir logo senão uma tal de Cuca ia vir me pegar. Mas eu nem sei quem é essa Cuca, pô. O que eu fiz pra essa mina querer me pegar? Você me conhece desde que eu nasci, já me viu mexer com alguém?
- Nunca.
- Pois é. Mas o pior veio depois. O papo doido continuou. Minha mãe disse que quando a tal da Cuca viesse, eu ia estar sozinho, porque meu pai tinha ido pra roça e minha mãe passear. Mas tipo, o que meu pai foi fazer na roça? E mais: como minha mãe foi passear se eu tava vendo ela ali na minha frente? Será que eu sou adotado, cara?
- Sabe a sua vizinha ali da casa amarela? Minha mãe diz que ela tem uma hortinha no fundo do quintal. Planta vários legumes. Será que sua mãe não quis dizer que seu pai deu um pulo por lá?
- Hmmmm. pode ser. Mas o que será que ele foi fazer lá? VIXE! Será que meu pai tem um caso com a vizinha?
- Como assim, véio?
- Pô, ela deixou bem claro que a minha mãe tinha ido passear. Então ela não é minha mãe. Se meu pai foi na casa da vizinha, vai ver eles dois tão de caso. Ele passou lá, pegou ela e os dois foram passear. É isso, cara. Eu sou filho da vizinha. Só pode!
- Calma, maninho. Você tá nervoso e não pode tirar conclusões precipitadas.
- Sei lá. Por um lado pode até ser melhor assim, viu? Fiquei sabendo de umas coisas estranhas sobre a minha mãe.
- Tipo o quê? - Ela me contou um dia desses que pegou um pau e atirou em um gato. Assim, do nada. Puta maldade, meu! Vê se isso é coisa que se faça com o bichano!
- Caramba! Mas por que ela fez isso?
- Pra matar o gato. Pura maldade mesmo. Mas parece que o gato não morreu.
- Ainda bem. Pô, sua mãe é perturbada, cara.
- E sabe a Francisca ali da esquina?
- A Dona Chica? Sei sim.
- Parece que ela tava junto na hora e não fez nada. Só ficou lá, paradona, admirada vendo o gato berrar de dor.
- Putz grila. Esses adultos às vezes fazem cada coisa que não dá pra entender.
- Pois é. Vai ver é até melhor ela não ser minha mãe, né? Ela me contou isso de boa, cantando, sabe? Como se estivesse feliz por ter feito essa selvageria. Um absurdo. E eu percebo também que ela não gosta muito de mim. Esses dias ela ficou tentando me assustar, fazendo um monte de careta. Eu não achei legal, né. Aí ela começou a falar que ia chamar um boi com cara preta pra me levar embora.
- Nossa, véio. Com certeza ela não é sua mãe. Nunca que uma mãe ia fazer isso com o filho.
- Mas é ruim saber que o casamento deles é essa zona, né? Que meu pai sai com a vizinha e tal. Apesar que eu acho que ele também leva uns chifres, sabe? Um dia ela me contou que lá no bosque do final da rua mora um cara, que eu imagino que deva ser muito bonitão, porque ela chama ele de 'Anjo'. E ela disse que o tal do Anjo roubou o coração dela. Ela até falou um dia que se fosse a dona da rua, mandava colocar ladrilho em tudo, só pra ele pode passar desfilando e tal.
- Nossa, que casamento bagunçado esse. Era melhor separar logo.
- É. só sei que tô cansado desses papos doidos dela, sabe? Às vezes ela fala algumas coisas sem sentido nenhum. Ontem mesmo veio me falar que a vizinha cria perereca em gaiola, cara. Vê se pode? Só tem louco nessa rua.
- Ixi, cara. Mas a vizinha não é sua mãe?
- Putz, é mesmo! Tô ferrado de qualquer jeito.

Olga Maria Canuto

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Meus livros contam minha história



Natal chegando. UHULL... e ano novo também... Vou dar umas dicas "natalinas". Bom, os dois livros acima são um dos meus favoritos! O pequeno príncipe (de Antoine De Saint-Exupéry) e Dois amigos e um chato (de Stanislaw Ponte Preta). Já que disse que são um dos meus favoritos (são os primeiros da lista de favoritos), vou contar a minha história desses livros.
O primeiro que eu ganhei foi em 13/11/2002 no 1° festival de novos talentos da minha escola do ensino fundamental. Eu fiquei em segundo lugar com uma tela (nessa época sonhava em ser pintora). É um livro bem gostoso de ler. São diversas crônicas humoristas.


O segundo livro, O pequeno príncipe, ganhei no meu aniversário de 8 anos. Foi pouco depois do meu aniversário. Eu li esse livro com 8 anos mesmo. E nada entendi. E depois reli com uns 10 anos. Entendi um pouco, mas apenas mais uma historinha, era o que eu pensava. Daí levei ele pra escola para emprestar para uma amiga e a professora de português havia me perguntado se eu havia entendido. Eu disse não, é claro. Disse que ele parecia só uma história. Daí ela falou para que cada aniversário que eu fizesse era pra ler o livro, até eu ficar bem velinha, e mesmo assim continuar a leitura. Ela disse que esse livro entendemos de diferentes formas em diferentes momentos da vida. Daí dos 8 aos 12 anos eu achava o livro engraçadinho, gostoso de ler, e me imaginava nos lugares da história. Marcava a minha infância, os lugares divertidos. Quando li aos 13, entendi que ele falava sobre minha vida de forma poética. E com 14, já na adolescencia, vi que ele falava que o bom era ser como criança, inocente, feliz, que vê os outros de uma maneira doce. E foi o que comecei a fazer. Era responsável, mas via o mundo como criança. Sabendo que o mundo não é todo doce, mas que você deve extrair o melhor da vida. Ai ai... quando eu tiver os meus 21 anos eu posto aqui de novo, sobre esse livro. E já adianto para quem for ler, leia a todos os seus aniversários e presentei alguém que fosse goste com um desses dois livros. Mas peça que o segundo seja lido em cada momento diferente da vida e que o primeiro seja lido nos momentos amargos. Fica ai uma dica!
Abraços sinceros e natalinos,
Sofie Simons Bardot (lembrando aqui, sou um pseudonome, acho que é assim que escreve XD)

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Umas palavras.

"Crer é errar. Não crer de nada serve." (28-9-1926; A poesia completa de Ricardo Reis, escrito por Fernando Pessoa, companhia de bolso).

Você tem crido em você mesmo? Tá é certo que por vezes você quebra a cara. Mas creia.
Eu acredito e creio no futuro da nação de forma boa e agradável a todos. Mas crer é errar, se não crer nada faço, daí será burrice. Vocês me entendem né?

sábado, 22 de novembro de 2008

Eu sei (2)

" (...)
Um dia pretendo
Tentar descobrir
Porque é mais forte
Quem sabe mentir
Não quero lembrar
Que eu minto também
(...)"
Trecho: Eu sei - Legião Urbana

Outra parte desta música. Francamente, as vezes a melhor saída parece a mentira. Mas, como disse no O caçador de Pipas, o pior que crime que é existe é roubar, e quando você mente você está roubando o direito de alguém de saber a verdade. Sim, eu sei que todos nós odiamos mentiras. Mas...Quem nunca mentiu que atire a primeira pedra. Mentimos, vemos os outros mentirem. E as vezes eles parecem tão fortes. Mas será que mentir não é covardia? Covardia por não contar a verdade? Mentimos, mentimos e mentimos. Mas podemos evitar mentir. Ai, ai...tantas coisas...Vamos criticar a mentira? Mas não se esqueça de que nós mentimos também.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Charles Chaplin

Os melhores do senhor Charlees *--* [/emoção


Pensamos demasiadamente
Sentimos muito pouco
Necessitamos mais de humildade
Que de máquinas.
Mais de bondade e ternura
Que de inteligência.
Sem isso,
A vida se tornará violenta e
Tudo se perderá.
Charles Chaplin

O Caminho da Vida

O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos.

A cobiça envenou a alma dos homens... levantou no mundo as muralhas do ódios... e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e morticínios.

Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria.

Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco.

Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.

(O Último discurso, do filme O Grande Ditador)
Charles Chaplin


;)

terça-feira, 11 de novembro de 2008


Esse é um vídeo do Discovery Channel; Acho que nunca é demais ajudar alguém e a natureza. Faça sua parte!

sábado, 8 de novembro de 2008

Eccentric

http://letras.terra.com.br/after-forever/102578/


Comentário?
CANSEI!



A vida é tão curta, que se você parar pra ver, não há mais tempo para separar tudo pela cor, cheiro, qualidade, quantidade. Pessoas não são objetos. Não as separe. Sinte-as e vive-as. VIVA A DIFERENÇA! VIVA! VIVA! Nada de celebrar mais a estupidez humana. Nada de ser o agente do caos. Nem colecionar frases. Meu repertório está vazio. Vou juntar minhas lembranças, meus amigos num relicário. Excêntrico, estranho, diferente, incomum e criativo. Você não está sozinho. Cansei, cansei. Agora vamos tirar as máscaras, já acabou a brincadeira.

Uff! Precisava disso hoje!

sábado, 1 de novembro de 2008

Eu sei. (1)

Acho que vocês já devem ter ouvido alguma fez a música Eu sei do Legião Urbana. Estava ouvindo ela hoje e meditei na letra. Vou escrever meus pensamentos sobre ela em partes. Bom, desculpo-me pela ausência. Foi um tempo de estresse para refletir. Mas, voltando a música. Ignorei um pouco esses 2 primeiros versos mas continuo. Sempre acho que a interpretação é pessoal, depende do momento em que você vive. Talvez o Renato Russo não quis dizer isto ao escrever a música. Talvez meu professor de interpretação ache que interpretei errado. Mas caiu perfeito como trilha sonora de meus pensamentos atuais.
"Sexo verbal
Não faz meu estilo
Palavras são erros
E os erros são seus...

Não quero lembrar
Que eu erro também"
(EU SEI - LEGIÃO URBANA)
As vezes as pessoas dizem eu te amo sem amar. E eu te odeio sem querer expressar aquele sentimento. Mas prefiro não o fazer também. Mas o que é mais comum é que as pessoas ferem tanto com as palavras e as feridas demoram a cicatrizar. Dizem que você é aquilo que elas não veêm. Aquilo que elas querem que você seja. E isto sempre é ruim. E isto não é você; Te chamam de um monte de coisas, apelidos, zombarias, e você é irascível e procura afastar-se para esconder isto. Você não diz o que sente a eles, pois sabe que isto será motivo de piadas. Sempre te deixam pra baixo. SEMPRE. Quer outra verdade da vida?
Essa é melhor. Deveriamos aprender com os erros. E não aprendemos. Porque toda vez que alguém o fere verbalmente você retribui em outra pessoa. Talvez uma pessoa mais fraca que você. Palavras são erros. Palavras más são erros. E são sempre pronunciadas por outros. Mas odeio lembrar que também fui feita humana. E minha natureza é a mesma que a deles. Cometo o crime de repetir as mesmas palavras erradas a outro alguém e o ferir. Mas eu esqueço isso. Será porque o meu mundo é egoista como o de vocês?

domingo, 28 de setembro de 2008

A lágrima é verdadeira


Esse é um vídeo que eu fiz após assistir alguns documentários sobre a África. Foi um jeito simples de ajudá-los. Bom, espero que os ajude. Tá meio simples, mas espero ter a oportunidade de fazer um curta ou longa melhor que esses daqui a alguns anos.
Bem, é isso. Vejam e reflitam.
Caso deseja enviar a um amigo ou usar o vídeo no seu site acesse o link no youtube: http://br.youtube.com/watch?v=wHjAToR4Rx4

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Depois de mais ou menos 2hrs ou mais de prova, fomos ao McD. e saiu isso depois da conversa:

Autores: Jaque, Pudim e EU!
Claro que ai não estão apenas melhores bandas...mas só postando mais uma parte do incrível caderno.
Essa foto aí de baixo é de uma ruazinha daqui que eu acho linda! Não dá pra ver direito, mas é bonitinha:

E a próxima sou eu com os cabelos vermelhos! Claro que só vou mostrar my eyes.

Ah! Agora que aprendi a mecher na câmera, vou fazer algo que há tempos penso em fazer: FOTOGRAFAR! É só esperar começar a próxima chuva!
Abraços,
Sofie Simons Bardot

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

November Rain


Aqueles passos rápidos
Os tênis desamarrados
O céu que contraria a chuva
Naquela noite de novembro
Contra ele e em direção
Uma moça e seu violão
Uma paz e gotas de orvalho
Um sorriso bem calado
E aquela triste solidão
Noites súbitas, sem compaixão
Tão amarga ela se vai
O amor que contraria a vida
Não vá assim, triste despedida
E seu rosto empalidecia
Um silêncio e as mágoas do céu
Fazem-se, alegria escondida no véu
E contra o vento eles caminham
Sem direção e sem rumo
Mas em breve revela o futuro
Uma surpresa agradável a tudo
Para que eles se encontrem
E sobre as árvores os belos acordes do violão
E ele chega cantando aquela velha canção
E o destino os abraça
Sobre as chuvas naquela praça
Um belo romance que se inicia
E o futuro uma surpresa se guarda
Eis que a noite vem chegando
E o senhor, alegre cantando
A pensar na sua beleza
E o encontro do eterno
Com a paixão ardentias...
Amor para lembrar em eternos dias
Solidão que se vai tardia
E duas almas que se encontram
Sobre aquelas gotas da chuva de novembro
Sobre o doce relento
Tardio acorde que se cala
E o beijo que se fez

Por: Juliana Santos e Sofie Simons Bardot

sábado, 13 de setembro de 2008

E qual seria a música?


Desculpa a demora mas eu estou de volta!
Bom, há pouco tempo recebi um comentário, que agradeço desde já, na outra postagem me perguntando qual seria a música que eu escolheria para fazer o resumo da minha vida. Bom, acho que vou alisar bastante antes de responder a esta pergunta, pois perguntei isto para alguns amigos e conhecidos e os mesmos me responderam rápido demais sem, acredito eu, a menor análise sobre. Fui ver as letras e pensar um pouco e vi que são letras vazias mas com um som "bonito". Isso ilude também. No meu caso, acho mais fácil dizer quais músicas eu não quero que resumam, mas existe uma que me lembrei a pouco tempo que me lembrou aquela frase que eu disse que gostaria que resumise: Memórias - Oficina G3

Os anos passaram tão rápido
Mas lembramos muito bem
Dos muitos lugares pessoas
A quem falamos de você
Guardamos na mente e no coracão
Pessoas em lagrimas alcancando o perdão

Não nos deixe perder nossos dias sem viver
A Tua história, Senhor

Não nos deixe viver nesta Terra sem escrever
A Tua história, Senhor
Enquanto estamos aqui
Te aguardamos, oh Senhor
Não de bracos cruzado, falamos do seu amor
Como aqueles que escreveram Sua história
Sabemos que o mesmo Tu esperas de nós

Talvez um dia eu mude de opnião, mas por enquanto, gostaria que de ser uma pessoa que fisesse a diferença no mundo, que não ficasse de braços cruzados vendo o tempo passar pelos meus olhas. Para isto estou me esforçando muito. (A frase foi escrita com isto pois o vestibular está perto, sacaram né? - não foi uma piada). Espero que vocês também possam ter uma música ao qual vocês achem que resume de forma positiva a sua vida. Mas não escolha qualquer uma, escolha aquela que realmente a faça ser especial em todos os sentidos de sua vida e que te complete. Aquela que você pode imaginar que ela está tocando como fundo musical na hora que você acorda e tal.
Nada contra quem escolher epitáfio...
Abraços,
até a próxima postagem.
(SÓ COLOQUEI A IMAGEM PORQUE ACHEI BONITINHA, NADA A VER COM A POSTAGEM, VISSE?)

terça-feira, 2 de setembro de 2008

E o que eu direi ao acabar?


Você já parou para analisar as músicas que você canta? Não no som, na qualidade, mas no que é a sua essência, a letra? Tenho começado a fazer isto há algum considerável tempo e comecei a analisá-las com, digamos, profunda atenção. Tenho um caderno (perdido), em que eu costumava anotar todas as músicas que eu poderia um dia usar como trilha sonora nos meus filmes. Mas não só dos meus filmes, mas da minha vida também.
Um dia, conversando com um amigo sobre letras e tal, disse a ele que uma música que eu nunca queria cantar no final de minha, não como resumo de tudo que fiz ou farei, mas como resumo do meu eu seria a música epitáfio do titãs. Confesso que a acho inteligente e a letra interessante (muito bem composta), mas não se resume ao que eu quero ser. Talvez ao que eu sou, mas não o que eu quero ser.
Para começar, epitáfio significa: Inscrição sepulcral; breve elogio fúnebre. (dicionário Soares Amora)
Não estava errada quanto ao fato de não querer cantá-la ao final da vida. Não quero que na minha inscrição – não me tratem como uma pessoa mórbida é apenas uma análise – esteja escrito isto. A letra na íntegra: http://letras.terra.com.br/titas/48968/
Ela resume o que sou, mas não quero continuar sendo essa música. Eu quero me importar menos com problemas pequenos como os que, graças a DEUS, já acabaram. Sei que virá problemas, muito maiores que estes, mas não quero perder um pôr-do-sol (não o pôr-do-sol segundo a sua interpretação, mas segundo a minha). Não quero me arrepender por ter tido uma vida chata, com trabalhos e ter amado menos. Apesar de tudo que digo e que faço, quero falar isto aqui, como resumo: “Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé.” (2° Timóteo 4:7)
Boa semana;
(obs.: Esse desenho também de lembrou um filme?)
Sofie Simons Bardot

sábado, 30 de agosto de 2008

E o olhar no castelo


Não sei exatamente qual é a parte que esse conto fará do livro que estou escrevendo...mas colocarei apenas um pedacinho dele aqui:
"E o olhar no castelo.

Aqueles olhos de cores estranhas chamaram a sua intenção. Ela pode vê-los a quilômetros de distância. E a tanta distância, pode ver, senti-los e apaixonar-se por eles. E ela o seguiu. Andava em direção aqueles belos olhos estranho sem se importar com nada, sem se importar com o que encontraria pelo caminho. Não se sabia bem quem ele era, só se sabia que ela havia entregado-se completamente aos seus domínios até chegar ao seu castelo."

Hummm... desculpem a demora pra postar! Em breve... o livro pronto!

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

O vulto do pesadelo de inverno


Eu estava passeando pela cidade escura e fria de inverno. Estava tudo tão tranqüilo e bonito. Aquele vento gelado que circulava na cidade me deixava tão feliz. E, quando menos espero, começa a cair uma chuvinha fina e gelada. Isso deixou a cidade, de certo modo, charmosa.
Quando me aproximo de um banquinho da cidade, que fica no meio de uma das praças, ouço um choro e, inicialmente vejo um vulto. Aquela jovem chorava e soluçava. Seu rosto pálido, sua boca e unhas com um leve tom de roxo. Ela tremia de frio e a chuva percorria todo o seu corpo. Ela estava com as mãos na cabeça e seu cabelo caia sobre o rosto. Eu queria animá-la. Senti pena de aquele perdido ser. Quando me aproximei mais, consegui ver um pouco de suas feições que aparentavam inúmeras coisas, entre elas, uma beleza insana. (se for usar este texto dê os créditos)
De certo modo, tentei acalmá-la, porém sou um ser que não pode ser sentido e nem tocado, um ser de difícil natureza. Sussurrei doces palavras no seu ouvido, mas nada aconteceu. Fiquei sentado ao seu lado por um longo período da noite. Quando a lua cheia estava em seu auge, um homem e uma mulher aparentemente altos e elegantes seguraram a mão da menina e disseram a ela: - Vamos para casa! Ela ergueu a cabeça e quase sorriu, mas o sorriso não passou de um desenho em seu rosto suave.
Eles, segurando a mão daquela doce criatura, foram caminhando até perdessem na escuridão. Eu permaneci sentado no banco, imóvel, tentando entender aquele momento.
Logo após disto ela acorda. Sinto-me tão invencível ao entrar nos sonhos de alguém. Seus olhos brilharam quando ela viu que estava em casa. Em seguida, novamente adormeceu.
Por Sofie Simons Bardot
(este é o segundo conto da série: Anjos da Noite, que estão sendo postados aos poucos aqui enquanto termino o livro). Tenha uma abençoada semana!

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Minhas Elegias.

Bom, como sempre, procuro escrever alguma coisa. Não sei se entenderam bem o que eu quis dizer com estes versos, mas espero que gostem. E, caso queiram utilizar os textos, não se esqueça de escrever os créditos, apesar de Sofie Simons Bardot ser um pseudonome.

Apenas um simples mortal
Um ser que sangra
E sente frio, ódio, dor
Arrepio
Capaz de matar seu amor
Um simples ser
De minha imaginação
Que tem sentimento
É inquieto
Sombrio
Feliz apenas perto do desejo
Da alma morta
E da vida mórbida
Porém este ser também sangra
Causa dor, amargura e rancor
Se feliz não existe
Mas quando triste
A ferida se abre
E ele sangra
E procura seu sonho
E vê que está no pesadelo
E que demora para amanhecer
Adormece seu pensamento
Mais puro e sincero
Torna-se irascível o pior dos seres
E ele sangra e torna-se humano
Machuca quem está por perto
Mas ele esquece
Que aquele que foi ferido
Também o faz sangrar

Por Sofie Simons Bardot (Dê os créditos apesar de ser um pseudonome)

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Elegias

Saudações,
Um dos mais interessantes escritores: Lord Byron. Suas obras são fantásticas, apesar de conter um caráter sombrio. Ele inspirou a sociedade epicuréia através dos seus contos. Pode parecer estranho pelo fato do poema abaixo tratar de morte e coisas fúnebres, mas acho que a poesia é entendida de várias formas pelas pessoas. E, apesar da melancolia, o poeta é um fingidor, este poema pode tratar de várias coisas que não sejam morte. O mais "sinistro" é que os versos foram escritos em uma taça feita de crânio humano, o que faz com que tenha mais interpretações ao poema:
Uma taça feita de um crânio humano

Não recues! De mim não foi-se o espírito...
Em mim verás - pobre caveira fria -
Único crânio que, ao invés dos vivos,
Só derrama alegria.

Vivi! amei! bebi qual tu: Na morte
Arrancaram da terra os ossos meus.
Não me insultes! empina-me!... que a larva
Tem beijos mais sombrios do que os teus.

Mais vale guardar o sumo da parreira
Do que ao verme do chão ser pasto vil;
- Taça - levar dos Deuses a bebida,
Que o pasto do réptil.

Que este vaso, onde o espírito brilhava,
Vá nos outros o espírito acender.
Ai! Quando um crânio já não tem mais cérebro
...Podeis de vinho o encher!

Bebe, enquanto inda é tempo! Uma outra raça,
Quando tu e os teus fordes nos fossos,
Pode do abraço te livrar da terra,
E ébria folgando profanar teus ossos.

E por que não? Se no correr da vida
Tanto mal, tanta dor ai repousa?
É bom fugindo à podridão do lado
Servir na morte enfim p'ra alguma coisa!...

Lord Byron
(Tradução de Castro Alves)
Fonte: http://www.spectrumgothic.com.br/home.htm
Tenham uma bela semana!
SSBardot. (AVISO: Sofie Simons Bardot é um pseudonome, portanto, não é real)

terça-feira, 29 de julho de 2008

Diário de Rosas Brancas - I

A procura da resposta para um ignorante pensamento amargo


Um dia estava tentando entender o poder de um pensamento amargo. Mas apenas pensei e tentei o entender. Depois esqueci e achei que o que fazia um absurdo e voltei a escrever minhas cartas. Aquelas cartas me distraiam por um tempo, mas depois retornavam as mesmas idéias. Não entendia o porquê de tanto questionamento que eu comecei a fazer sobre o "poder" de um pensamento amargo. As cartas estavam começavam de um jeito e terminavam de outro. Não mais consegui concentrar-me. Fui para a sala e tentei tocar piano. Refleti sobre aquela harmoniosa música por um tempo e pensei: Como tão amargos pensamentos poderiam atrapalhar aquela melodiosa música.
Andei de um lado para o outro no jardim e o mesmo pensamento não me saia da cabeça. Tente analisar a mim mesmo e vi que essa insistência em tentar descobrir verdades por trás de pensamentos e idéias poderia deixar-me um pouco mal. Quando me deitei para descansar um pouco refleti sobre os últimos dias. E de tudo que me ocorrera. Vi que quando pensamos algo amargo, às vezes mesmo sem querer, acabamos deixando que ele saia e entre no coração de uma pessoa.
Antes o que era um pensamento amargo acaba ganhando forças e saindo de nós. E quando percebemos que eles saíram, vemos que já está sobre o domínio de outra pessoa. E aquele pensamento havia se transformado em fala. E esta fala feriu alguém. E o que eu deveria fazer para mudar o meu eu e parar de ter pensamentos tão amargos a ponto de ferir alguém ou a mim mesmo? Talvez a solução fosse ver o mundo e as pessoas de uma forma diferente e entender cada detalhe delas.
E perceber que todas são iguais a mim. E que o pensamento amargo dirigido a uma pessoa, antes ele veio de mim. E retornará a mim. E o porquê eu não sei. Minhas lógicas sem sentidos tentando explicar fatos mais uma vez. E é mais uma página do meu diário que se vai, procurando entender meu mundo. E nada mais.

Diário de Rosas Brancas, por SS Bardot.

sexta-feira, 18 de julho de 2008

HELENA


Outra página do caderno de poesias! Mas esse poema foi a Juh que fez e eu, fiz o desenho^^ ... Caso não esteja enxergando o poema acima é este:

HELENA

Por ela,
Que contra os medos lutou
Aceitou ser ignorado
E as lágrimas enxugou

Por ela,
Quis dar a vida
De qualquer forma
A vida perdeu

Sem sua bela voz
Nas tardes de domingo
Sem seu amor
Sem seu carinho

Um amor nascido
De um inocente sentimento
Doce Helena,
Que de seu coração
Tirou o tormento

Mas tormento
Que a vida devolveu
Um dia marcado
De angústia e dor

Um dia de morte!
Que fez a vida tirar
"A ti encontrei, Helena,
Minha doce menina."
Por Juliana S. de Souza

terça-feira, 15 de julho de 2008

As primeiras folhas



Uma das folhas do caderno de poesias... Este caderno foi um presente da JuH no meu aniversário há, mais ou menos, uns dois anos atrás. De lá pra cá começamos a escrever diversar músicas, poemas, histórias, contos e alguns estão registrados neste caderno. Tem também alguns poemas de outros autores e algumas frases, fotos, assinaturas doidas dos nossos amigos e mais um monte de coisa... A cada ano que passa mais lembraças são acrescentadas. Ah! Não posso esquecer que a Jaque também nos ajuda nessa história toda de poesias! Caso não consiga visualizar a foto, clique sobre ela.
O poema escrito acima é este:

Perceba, vede a luz
Olhos de quem vê, porém, pecadores
Levando ao eterno túmulo sua dor
Já se faz noite altiva
E ainda andas sem rumo
Sua dor insana, que corroe, então, vosso peito
Profundos desvaneios
Se por mais amargo desejo quis
Que de seu erro algo viesse
Seu impuro desejo
De algum dia ser anjo
Interior que já não sente
Beleza incontida
De alma camponesa

Escrito por: Rayanne Seidel e Juliana Santos
Em 05/2008