
A MAIORIA TEM UMA 'CRISE de identidade’ aos trinta anos. Para mim, isso ocorreu com quinze e para Ed aos 19. Taxista, filho de uma mãe que o despreza e de um pai bêbado e morto, Ed mora sozinho num apartamento nos subúrbios da cidade apenas na companhia de Porteiro, um cachorro fedorento, e de seus amigos que o visitam para jogar cartas. Vendo que a essa mesma idade tantas pessoas conseguiram fazer algo importante, como Joana D’arc. e Einstein, Ed começa a se achar inútil. Dias depois de ser reconhecido como herói em um assalto ao banco, Ed começa a receber misteriosas cartas de baralho, jogo em que ele está bem acostumado a jogar com Audrey, Richie e Marvin. Nelas está escrita algo que parece ser a peça para montar um quebra-cabeça confuso que o põe em risco para sentir-se importante enquanto salva a vida de pessoas.
Mesmo anonimamente, Ed vê sua vida mudar para melhor enquanto ele muda a vida de outras pessoas. O que era para ser um suspense-dramalhão torna-se uma comédia. O fato é que o ‘pessimismo’ de Ed é engraçado. A linguagem do livro é como a do personagem, simples, com gírias e palavrões.
Além de ter de resolver o problema das cartas, Ed também tem que decidir sobre sua paixão pela sua amiga Audrey e ver se põe juízo na cabeça dos outros dois amigos. Superar a morte do pai, o tornando uma figura melhor, também é difícil, ainda mais quando se tem uma mãe que parece ser simpática com todos, menos com Ed.
É um dos melhores livros que eu já li. O outro livro mais conhecido do autor é A menina que rouba livros. Depois de ler este e ler Eu sou o mensageiro, Markus Zusak entrou na minha lista como o autor favorito, perdendo só pro Machado. Irônico e hilário não me fez parar de rir. É um tipo de livro que agente quer passar para todos os outros.
Muitos amigos meus leram e também quiseram deixar um comentário sobre o livro, para vocês verem como nós gostamos:
“Um livro inteligente, que prende a leitura do início até o fim. Com desfecho surpreendente, que não permite parar de lê-lo até descobrir o que está por trás da história. E tem humor. É bem humorado quando vi aquele cara no assalto do banco, pode fazer tudo, menos falar mal do carro dele”. (Adilson – 43 anos)
“Eu sou o mensageiro é um ótimo livro. Te inspira a fazer coisas boas, a mudar o mundo, pelo menos foi assim que eu me senti. O melhor de tudo é quando você lê pela segunda vez e pode perceber detalhes que são falados no decorrer da história. O que eu realmente achei interessante é a semelhança do cara que manda as cartas com o autor do livro”. (Geana – 16 anos)
Mesmo anonimamente, Ed vê sua vida mudar para melhor enquanto ele muda a vida de outras pessoas. O que era para ser um suspense-dramalhão torna-se uma comédia. O fato é que o ‘pessimismo’ de Ed é engraçado. A linguagem do livro é como a do personagem, simples, com gírias e palavrões.
Além de ter de resolver o problema das cartas, Ed também tem que decidir sobre sua paixão pela sua amiga Audrey e ver se põe juízo na cabeça dos outros dois amigos. Superar a morte do pai, o tornando uma figura melhor, também é difícil, ainda mais quando se tem uma mãe que parece ser simpática com todos, menos com Ed.
É um dos melhores livros que eu já li. O outro livro mais conhecido do autor é A menina que rouba livros. Depois de ler este e ler Eu sou o mensageiro, Markus Zusak entrou na minha lista como o autor favorito, perdendo só pro Machado. Irônico e hilário não me fez parar de rir. É um tipo de livro que agente quer passar para todos os outros.Muitos amigos meus leram e também quiseram deixar um comentário sobre o livro, para vocês verem como nós gostamos:
“Um livro inteligente, que prende a leitura do início até o fim. Com desfecho surpreendente, que não permite parar de lê-lo até descobrir o que está por trás da história. E tem humor. É bem humorado quando vi aquele cara no assalto do banco, pode fazer tudo, menos falar mal do carro dele”. (Adilson – 43 anos)
“Eu sou o mensageiro é um ótimo livro. Te inspira a fazer coisas boas, a mudar o mundo, pelo menos foi assim que eu me senti. O melhor de tudo é quando você lê pela segunda vez e pode perceber detalhes que são falados no decorrer da história. O que eu realmente achei interessante é a semelhança do cara que manda as cartas com o autor do livro”. (Geana – 16 anos)
3 comentários:
Eu sou o mensageiro é de uma trama excepciona. Foge do trivial e de todas as suas expectativas, vai além, pois é cheio de surpresas. Você nunca sabe o que te espera na próxima página fazendo da leitura uma gostosa aventura onde você não é só um leitor. Você participa dela, você é amigo de Ed Kennedy. Pelo menos é assim que você se sente quando termina de ler. Fantástico, já entrou pra história.
oba, vou ler.. até quenfim uma coisa pra fazer no tédio
e gostei do seu blgo maneiro!
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