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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Onde eu poderia estar?

° Da Big Apple ao interior Japonês °

DIÁRIO DE VIAGEM! Fiquei olhando um monte de modelos lindos que vi numa papelaria. A minha intenção era comprá-los, mas não para escrever sobre alguma viagem planejada, mas para escrever dos lugares que eu queria conhecer. Ia colocar Saint-Tropez, Atenas, Cairo, Buenos Aires, Washington, Viena e muitos outras cidades. E de tanto pensar, a hora passou voando e eu deixei para fazer essa tarefa depois.

Enquanto faça a minha lista de cidades, decidi descobrir quais eram os lugares que meus amigos gostariam de conhecer algum dia, para narrarem a visita num diário de viagem! Foi aí que perguntei a dois amigos, Maycon Chagas (que poderia estar em New York) e Juliana Souza (que poderia estar em Shikoku), que esolheram dois lugares muito distantes um do outro, e por razões bem diferentes, mas com a mesma expectativa de que um dia essa viagem realmente se concretize!

° NEW YORK, EUA °


NEM PRECISEI PERGUNTAR qual era música que o lembrava da cidade, logo quando eu perguntei o porquê da escolha, ele me mandou uma parte da música Empire States of Mind - "Concret jungle where dreams are made of/ there's nothing you can't do" - de Jay-Z e Alicia Keys. "Quero visitar a Big Apple e o Central Park, é claro! Ir nas lojas da 5th Av. e comer os tão famosos Donout's americanos, visitar Manhattan e suas adjacências!"

E todo mundo tem uma certa expectativa sobre como será a viagem, Maycon me disse que ele quer "uma viagem bastante proveitosa, sentir o friozinho da manhã e comer bastante comida Japonesa" - Já que uma das famas de Nova York são os seus restaurantes! E termina dizendo: "Para mim NY é onde as coisas acontecem, tipo o que vai ser lançado logo em termos de tecnologia, filmes e tal. Nossa! Fico pensando em um zilhão de coisas sobre NY, fico me perguntando 'E se o iPad entra em promoção do nada? E se eu topo com o Jim Parsons na rua? E se... E se..." E ele resume tudo o que disse com outro trecho da música: "Now you're in New York/ These streets will make you feel brand new/ The lights will inspire you/ Let's hear it for New York, New York, New York". Nova York também possui pontos turísticos para visitar como a Broadway e a Estátua da Liberdade, além de ter sido o cenário da série Friends.

° SHIKOKU, JAPÃO °


ENTRE MAIS DE 3 mil ilhas que compõe o Japão, a escolhida foi uma das quatro principais. Shikoku é uma conjunto de 4 províncias, mas que poucos conhecem. E Juliana a escolheu não só pela sua exuberância, mas também por ser como uma cidade pequena, campestre e mais acolhedora. Para ela Shikoku "É como se cada ponto desse lugar tivesse alguma lenda, alguma coisa para contar. E eu gosto dessa ideia, chega a ser mágico".

Uma das tradições do lugar é uma dança de nome Awa-odori que faz parte de um evento que acontece anualmente: "parece ser divertido ver a rua lotada de gente enquanto um grupo passa na rua com roupas coloridas". Shikoku também possui praias lindas, de areia branquinhas, branquinhas. E as suas centenas de templos afirmam a beleza arquitetônica asiática, bem como uma religião milenar. E as músicas da cantora Ai Otsuka são as que mais lembram o lugar, em especial a de nome Planetarium, a escolha se justifica por que há um templo chamado de Otsuka na cidade. E sobre as espectativas de visitá-la um dia, ela conclui:"tenho certeza de que vale muito a penas juntar as suas economias só para conhecer Tokushima, com suas montanhas grandiosas e cachoeiras, o clima que eu sei que deve ser muito mais que só agradável. Enfim, vai ser algo que aguardarei ansiosamente"

As ilustrações foram retiradas em pesquisa no Google, os links são: NY , Shikoku.

sábado, 29 de janeiro de 2011

O novo jeito para assistir 'O Clone'


POIS É, JÁ SÃO DEZ ANOS desde que eu via todas as noites a novela 'O Clone'. Lembrava com saudade daquela que eu considero a melhor novela que eu já vi até agora, e duvido muito que outra ocupe esse primeiro lugar. Com apenas sete anos eu achava apenas lindo e interessante toda aquela cultura nova, a paisagem de Marrocos e as casas. Mas todo esse tempo depois, percebo que ela foi bem mais longe que isso.

Aproveitando a reprise (que eu também não perco) vi mais um exemplo do meu argumento usado em uma redação sobre telenovelas que fiz: nem todas elas são alienantes. Já no primeiro episódio há um breve diálogo sobre ética na clonagem, depois a história da cultura milenar islâmica, e a trama das personagens mulçumanas tão agarradas a sua cultura, e os ocidentais que acham tudo tão estranho. O que eu quero dizer é que a novela permitiu o conhecimento de uma cultura que estava tão longe para muitos brasileiros.

Um meio de comunicação que dialoga com pelo menos 29 milhões de pessoas no horário nobre, não faz questão apenas de divertir. Por mais sutil que a tarefa de informar possa parecer basta pensar nas estatísticas recentes sobre o desenvolvimento do país. Desses quase trinta milhões, uma porcentagem é de analfabetos (que não podem ler um livro como ‘A cidade do sol’), outras são daqueles que não puderam assistir à exposição do Islã no CCBB, outros não tiveram como ou quando estudá-la, outros não podem se dar ao prazer de viajar ao Marrocos, outras pessoas não ouviram falar, e muitas outras pessoas tem muitas outras razões para assistir à novela. E ela conseguiu passar para todos eles uma cultura tão rica e interessante.

A novela é simplesmente fantástica (como todas as novelas da Glória Perez tem sido). Isso sem falar na diversão que o elenco de São Cristovão trazia criando bordões como “Não é brinquedo não” e “Cada mergulho é um flash”. E na rua o que se ouvia era isso, sem contar na moda que as pessoas também imitavam. Pelo menos na escola onde eu estudava, todas as meninas usavam aquelas pulseiras que eram ligadas num anel (desculpem mais eu não lembro o nome, acho que chamávamos apenas de “pulseira da Jade”). E ainda tinha aquela “você vai queimar no mármore do inferno”, uns oito anos mais tarde nas aulas de química questionamos essa frase, até porque o mármore é frio. E o que falar na febre das aulas de dança do ventre?!

Muitas pessoas ainda lembram de como é boa essa novela, e todos queriam ver de novo. Com a estréia do Canal Viva, até me animei que ela pudesse ser reprisada, mas nem precisou porque tempos depois já estavam anunciando que o ‘Vale a pena ver de novo’ iria exibir. “Até que enfim vai passar 'O Clone'” ouvi alguns falarem enquanto lembravam-se da história da novela, e terminavam o diálogo com a frase “Quero conhecer Marrocos um dia”.

E o debate sobre clonagem que se seguiu depois? Imagino para as turmas de pré-vestibular como deve ter sido. Sem falar no caso da Mel, que era viciada em drogas. E tem também a questão das mulheres no Islã, que se vestem de uma forma diferente devido ao regime teocrático do país. E tem também tantas e tantas outras coisas que ela falou. Mas eu não quero falar muito para não estragar a surpresa de quem não lembra ou de quem não viu ainda. A novela está na terceira semana de exibição, mas quem quiser, ainda dá para acompanhar!

Ilustrações retiradas em pesquisa no Google, os links são: Jade na capa do CD da trilha sonora; Soraide e Jade em cena da novela; Jade e Lucas no Marrocos.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

L'art nouveau

SURGIDO NA BELLE ÉPOQUE entre final do século XIX e início do XX, é a marca artística do período em que a burguesia estava em seu auge e criou o estilo mais bonito de todos: o art nouveau; O uso de vidros e metais permitiu a criação de ornamentações mais curvilíneas e suaves, bem como o uso de elementos da natureza na arquitetura de forma bem colorida e detalhada, mas sem o exagero comum ao Barroco. As melhores obras desse período para mim são:

° ARQUITETURA ° Casa Battlo, Espanha °


° JÓIAS ° Lalique °

° PINTURA ° Henri de Toulouse-Lautrec °

° BRASIL ° Confeitaria Colombo, Rio de Janeiro °


Ilustrações retiradas em pesquisa no google, os links são: Casa Battlo, Lalique, Lautrec, Confeitaria Colombo.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Um mob flash bem Glee


PODEM FALAR MUITAS coisas de Glee, menos que é clichê! Diferente dos outros musicais feitos em colégios americanos, ele não tem um mocinho bonzinho. E no seu repertório há regravações de canções antigas, como Bohemian Rhapisody do Queen, e novas, como Smile de Lily Allen. Sem esquecer de comentar sobre as danças e a linda voz dos atores. Mas vou aproveitar toda essa história para chegar a um pedido feito a alguns posts atrás, em um dos textos com o maior número de comentários que tive. Vou falar sobre FLASH MOB! A explicação sobre o que é isso está aqui. A postagem tem mais de um ano! E me desculpem, mas só agora pude retribuir o pedido!

Em um dos episódios do seriado, Artie sonha que consegue andar e encena uma coreografia em um shopping no estilo flash mob. Para mim foi uma das melhores apresentações que eles já fizeram até hoje. A música é Safety dance e já apareceu em outros seriados como Family Guy:


E é claro que os fãs entraram nessa onda e fizeram suas mobilizaçãoes como esta em Ohio, nos EUA. A música é Don´t Stop Belinvin', um dos sucessos da primeira parte da temporada:


E do outro lado do globo terrestre, uma mobilização em um shopping usou de fundo a música Mercy, também atração da primeira temporada; O local é Tel Aviv a capital de Israel.


E por fim, um dos mob's que tirou um pouco do sossego de quem passava pelas ruas de Dublin, Irlanda. Nesse vídeo eles usam recortes de algumas músicas da série.


Eu achei estes os mais divertidos vídeos porque que aconteceram em culturas diferentes. O interessante mesmo é ver a reação das pessoas quando isto aconteceu. Geralmente, só sabem que um mob flash vai acontecer apenas as pessoas envolvidas. E estão lá, todos fazendo suas atividades normais, quando um começa a dançar e depois uma multidão. E fica uma sensação estranha quando acaba, porque todos simplesmente se dispersam e fica aquele ar de interrogação no ar!

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Há uma semana, fiz uma passeio para conhecer a urbanização do Rio de Janeiro, e resolvi postar por aqui algumas fotos antigas e outras recentes desse passeio:

Vista da cidade no Museu Chácara do Céu - Santa Tereza

Lagoa Rodrigo de Freitas

Palácio Tiradentes

Arco do Teles - Em uma tarde de domingo!

Centro Cultura Banco do Brasil


Escola de Cinema Darcy Ribeiro

-- Essa é uma pequena parte das muitas fotos de um passeio pelo Rio --

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Nas derivações do popular



SÃO DURANTE AS adoráveis aulas que adquirimos conhecimentos incríveis, até mesmo em uma breve conversa com os professores. Dessa vez discutindo cultura e linguagem.

Durante a explicação de diferenças lingüísticas, vimos gírias e expressões de várias regiões. Mas o que eu achei interessante foi a explicação de como surgiu duas delas:

Algumas partes do nordeste foram colonizadas por ingleses que faziam festas “for all” (para todos) onde todo mundo dançava com todo mundo. Sim, isso lembra um estilo musical que surgiu lá mesmo: o forró. E o nome é devido a essa festa FOR ALL, que surgia na fala algo como FORRÓ.

Outra questão inserida no contexto de tradições é a hora do almoço. Quando apertava a fome, algum britânico dizia: I AM hungry (estou com fome). No sotaque nordestino hungry surgiu como RANGO, que é uma gíria que já ouvi muito carioca falando.

domingo, 24 de janeiro de 2010

[Design] O encouraçado SeaOrbiter



TAÍ UMA COISA QUE não se vê sempre! O primeiro navio vertical ainda não está pronto, mas é um projeto muito provável de ocorrer. E a ideia vem do francês Jacques Rougerie, de 64 anos, que batizou o navio de SeaOrbiter.

Para a realização do projeto do navio vertical são necessários 35 milhões de euros, algo em torno de 90 milhões de reais, dos quais Rougerie já afirma ter metade. Ele também conta com o apoio de um estaleiro e do apoio do presidente francês Nicolas Sarkozy.

Com 51 metros de altura, o navio divide-se em duas partes: A primeira é a parte fora da água onde estão localizados os equipamentos de navegação e comunicação, além de uma plataforma de observação. E a segunda parte está submersa e é onde ficarão os cientistas e também uma cabine pressurizada para os mergulhadores.

Não sou especialista no assunto, mas posso dizer que, ao meu ver, será uma grande revolução na ciência e, principalemente, na engenharia. Pelo que eu pesquisei, parece que até agora ainda não há previsão para o navio ficar pronto.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Viva ao ano novo. Viva à copa na África. Viva aos seis anos até chegar a Olimpíada. Viva à piadinha que fizeram sobre isso. Viva ao (penta)campeão ‘framengo’. Viva ao filme do Lula. Viva a ceia. Viva à piadinha do pavê. Viva à queima de fogos em Copacabana. Viva à Austrália. Viva às continuações dos filmes. Viva ao Oscar. Viva à energia renovável. Viva as promessas de fim de ano. Viva às piadinhas de final de ano. Viva aos anônimos e aos famosos. Viva às auto-ajudas. Viva a quem gosta de rádio no máximo. Viva ao maior prêmio da história que eu não ganhei. Viva aos dois milhões da Avenida Paulista. Viva ao show da Times Square. Viva às notícias de shopping cheios. Viva às moedas. Viva ao Star Wars. Viva ao Fluminense que ia, mas não foi. Viva ao forró e à música eletrônica. Viva aos votos sinceros. Viva aos votos hipócritas. Viva à areia limpa da praia e à chuva de papel (esse ano teve?!). Viva às crônicas. Viva à ironia. Viva ao ano dos vestibulandos. Viva aos que já entraram na faculdade. Viva aos carros elétricos. Viva a música brega, antiga e cafona que eu ouço. Viva ao filme brega, cafona e independente que vejo. Viva às câmeras. Viva à rotina. Viva ao horário de verão. Viva as charges. Viva às piadinhas sobre comida. Viva às leis. Viva à paz, amor e tudo de bom pra você. Viva ao Word e ao World. Viva à nova cor da moda. Viva à praia cheia, bem cheia, pra espantar o calor. Viva ao trauma de água-viva que venci. Viva ao pudim e ao sorvete napolitano. Viva ao calor. Viva à chuva. Viva à cafonice. Viva às férias, aulas e trabalho. Ou viva a um salve, que está mais na moda.

Apesar de todos os votos que vocês já ouviram, só desejo que Deus os abençoe e proteja. Esse sim é o meu voto mais sincero.

-- desculpem à asência.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

O Livreiro e as mulheres afegãs


Não comprei o livro por acaso, não é o tipo que eu costumo comprar. Outras pessoas já tinham me indicado, mas foi depois de uma aula de história que eu o comprei. O professor fez uma recapitulação da matéria, coisa normal, e sem entender como, começamos uma discussão sobre os direitos que as mulheres vêm conseguindo com o passar do tempo. Para tanto nos foi indicado dois livros e um filme: Lanternas vermelhas e memórias de uma gueixa (para tratar da cultura chinesa) e O livreiro de Cabul (sobre a cultura afegã).

A partir daí dá-se o início de minha leitura. O que era para ser um texto jornalístico é transformado em romance. Asne Seierstad, jornalista norueguesa que estava no Afeganistão para cobrir a guerra, convive durante três meses com a família de Sultan Khan, o livreiro de Cabul.

A história é escrita intercalando fatos que ocorreram na família com fatos históricos do país. No ponto de vista em que o livro foi passado, vimos como a cultura deles consegue ser tão divergente da nossa. Apesar de ser um país onde as mulheres ainda tem que andar de burca, há alguns direitos que elas já conquistaram, mas mesmo assim ainda estão submetidas a outros ainda não conquistados.

O livro também mudou alguns tipos de pensamentos meus sobre temas como a educação. Pensei se é certo que ter uma boa educação, um conhecimento mais abrangente do mundo, realmente faz a diferença. Sultan Khan conhecia bem a cultura persa e ocidental e quando jovem formou-se em engenharia. Mas isto não o fez desligar-se totalmente de seus costumes e, pelo meu olhar de ‘cidadã ocidental’ continuou sendo arrogante e ignorante quando o assunto eram as mulheres de sua família.

Realmente, a intenção de nos fazer parar de reclamar sobre a nossa vida brasileira deu certo. Vi como é diferente o Brasil em relação aos costumes e percebi como foi e como é difícil a luta de tantas mulheres por dignidade e respeito. Tornou-se para mim uma leitura indispensável. Peço que não o leiam como uma simples história, mas analisem bem o que é contado ali. Vejam não só a situação das mulheres em relação à nossa, que vivemos no Brasil, mas perceba também os costumes e tradições de cada um. Tente não olhar tudo de modo "ocidental", o que pode acarretar em muitas críticas ao livro :D

¹ Foto do livro da internet

sábado, 17 de outubro de 2009

EXPLORAR: De areias a pedras

Praia das Areias negras e Monumento natural Costões Rochosos - Rio das Ostras - Rio de Janeiro.

Começando pelo nome, que vem do fato de suas areias terem uma coloração mais forte que as demais, devido à presença de Monazita na areia, que é indicada em tratamentos medicinais musculares.

A praia tem o formato de ferradura e fica de frente ao Oceano Atlântico e para a Ilha da Costa. Dentre seus enormes costões rochosos há a formação de pequenas piscinas naturais. Suas águas são calmas e transparentes, por onde se realiza a pratica de pesca.

A praia tem 100 metros de extensão e largura entre 3 a 8 metros.

A beleza do local se dá pelos seus costões rochosos belíssimos É o chamado Monumento natural dos Costões Rochosos, cuja área é de interesse geológico. É bom para caminhadas ecológicas por entre as pedras. Durante a caminhada é possível perceber desenhos esotéricos feitos por um artista plástico como os barcos viking, sol entre golfinhos e espadas.

Quando eu visitei o lugar, achei-o bom para a leitura de livros, caminhada ou apenas admiração da natureza. Quem for com os amigos, é só escolher um lugar entre as rochas e levar um violão. Lá é o local ideal para um luau. Porém, fique atento as recomendações da placa.

Vale deixar uma observação de que a praia é deserta e não há quiosques por perto.

Para saber mais sobre a formação geológica dos costões: http://www.drm.rj.gov.br/item.asp?chave=133

Mais fotos em: http://www.flickr.com/photos/rayanneseidel/sets/72157622044892352/

Fotos de Rayanne Seidel


Veja também: http://mussarelasimples.blogspot.com

domingo, 27 de setembro de 2009

Penélope


Penélope
Upload feito originalmente por rayanneSEIDEL
Este é o carro que encontrei no caminho da bienal. Achei bem diferente. O mais charmoso foi o volante rosa com bolinhas brancas. Agora no blog, a sessão lugares terá shots exclusivos das minhas andanças por aí :)

sábado, 12 de setembro de 2009

Explorar: Lugares

>>Os usuários do Flickr já conhecem essa opção de explorar as fotografias do mundo inteiro. Só que pra mim virou uma "mania". Sempre entrar lá e procurar um lugar novo, ou mais uma fotografia interessante.
O legal é que quando eu posto uma foto de um lugar que eu visitei, procuro sempre por outras pessoas que também fotografaram aquela mesma cena e/ou aquele mesmo lugar. Os resultados são impressionates! É incrível ver que cada pessoa tem o seu olhar fotográfico específico. Um
exemplo são as fotos de Búzios:
* Orla Bardot - por Rayanne Seidel


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* Por: Phill4

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* Por: my_adventures1

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Perceberam como é diferente o olhar fotográfico de cada um?! Na minha breve análise, essas fotos foram tiradas em horários bem próximos uns dos outros.
Escolhi a Orla Bardot, não só por ter "meu sobrenome", mas por ser um dos locais mais fotografados pelos turistas quando vão à Búzios. As três listadas ai acima exploram um lado mais "paisagístico" do lugar, mas sempre que passei por lá, encontrava pessoas abraças a estátua de B. Bardot, fazendo pose, várias poses. Ou apenas passando por lá para bater um papinho com ela. rsrs' Se um dia, vocês tiverem a honra de visitar a Orla Bardot, concerteza irão tirar uma foto ao lado dela. Eu tenho uma e os meus amigos que já passaram por lá, também !
Mais fotos: www.flickr.com.br

terça-feira, 14 de abril de 2009

Um momento

Só pra refrescar a cabeça... Parei, na serra que vai do Rio a Teresópolis, contemplei a natureza e tudo o mais e tirei essa foto:

sábado, 28 de fevereiro de 2009

I s2 NY

Pra ouvir enquanto lê:
 R.E.M. - Out Of Time - Alice[Mackey] Uploads - 06 - Shiny Happy People


Quem ainda não viu, aqui vai um dica: LUGAR INCOMUM. É um programa super hiper "da hora" (como dizem os paulistanos). O programa passa no canal multishow e tem falado sobre New York recentemente. Confesso que estou encantada com a cidade! *-*
Foi lá onde o POP ART de Andy Warhol e Roy Linchestein ganharam fama. E onde moravam a galera dos FRIENDS, a minha série de TV favorita. Mas, o que eu quero dizer com tudo isso é que lá é um lugar que tem espaço para você ser do jeito que você quiser e fazer a sua arte como quiser.
Existem músicos nas ruas e metrôs. Existem bares, bistros e restaurantes refinados e exóticos. Teve um até que as pessoas comiam de olhos vendados e a proposta do local era super interessante. Ou seja, se você ver aquela comida verde gosmenta no prato mas super deliciosa, você não vai descartá-la.
O mais legal até agora foi uma matéria que acabei de assistir e fala sobre os artistas de ruas. Não consegui pensar em anotar o nome de todos a tempo, mas tem que fez algo super interressante que é chamado de Bubble project. Ele faz a arte nas ruas sobre os cartazes de publicidade colando aqueles balõezinhos de fala que vemos nos HQs. Ele só sai por aí, colando os balões e depois de algumas horas ou alguns dias ele volta e tira uma foto. Durante esse tempo em que ele não visita sua obra de arte, várias pessoas passam por lá para dar sua contribuição e escrevem alguma opnião sobre a propagando ou fazem um diálogo com os balões. Todas as opniões são de outras pessoas que passaram na rua, e não do artista e tem umas que são hilárias. Vale a pena conferir. As imagens estão neste site aqui: http://www.thebubbleproject.com/
Bom e sobre o Central Park, é só da uma lidinha nesse blog aqui que achei por acaso: http://bialystok-barcelona.blogspot.com/2008/05/central-park.html

É isso ai!
VOLTEII!!!
Beijos a todos!