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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

O grande inventor do ar-condicionado

AQUI NO RIO SÓ existem duas estações: Verão e Inferno. E nestas duas a invenção de Willis Haviland Carrier merece aplausos. Foi em 1902 que este engenheiro americano inventou o que hoje chamamos de ar-condicionado. No início foi usado por indústrias para controlar a temperatura na estocagem de produtos. Tempos depois, o equipamento foi sendo aperfeiçoado e passou a ser usado em outros setores até chegar ao modelo doméstico

O primeiro uso do aparelho em uma residência foi em 1914 numa mansão em Minneapolis. Outros grandes feitos para época, além de acabar com o calor, foi nas indústrias, como já dito anteriormente, para melhorar a estocagem de alimentos. Nos hospitais, a invenção do Sr. Carrier foi intruzida, primeiro, num hospital de Pittsburg e ajudou a reduzir a mortalidade de bebês prematuros devido à desitratação.

Depois o aparelho foi ficando mais popular e foi instalado em prédios públicos. Ajudou também a insdústria cinematográfica que, durante o verão, via seu público ser reduzido devido ao calor nas salas. Mas a produção em massa para residência só aconteceu em 1950.

Por aqui sempre brincamos e dizemos que quem realmente merece um feriado oficial no Rio de Janeiro é Carrier. É uma das melhores invenções contra o calor que temos. Só não dá para se refrescar quando a luz acaba :S

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Ser ou não ser?


PODE ATÉ SER considerada filosofia. Mas não foi não foi Marx, como já ouvi falarem, nem outro filósofo que tentou descobrir essa questão. Quem a originou foi Shakespeare, o escritor inglês autor de Romeu e Julieta.

A frase tão famosa vem do texto Hamlet. E dando uma resumida no contexto, a frase surge no início de uma longa reflexão, que ocorre depois que Hamlet descobre que seu tio, que tanto ambiciona o trono dinamarquês, mata seu pai e engravida a sua mãe.

Se você der uma pesquisada na internet vai perceber que existe uma centena de interpretações diferentes para explicar os versos do Ser ou não ser, e alguns até mesmo tentam responder, racionalmente ou não, a tal questão.

O fato é que, Hamlet é uma peça muito interessante. Arrependo-me muito de ter começado a leitura e ter deixado-a no caminho por falta de tempo. Mas espero muito que em breve eu leia este livro, e no original, em inglês! Para quem quiser ler um pouco:

“Ser ou não ser, eis a questão: será mais nobre
Em nosso espírito sofrer pedras e setas
Com que a Fortuna, enfurecida, nos alveja,
Ou insurgir-nos contra um mar de provocações
E em luta pôr-lhes fim? Morrer.. dormir: não mais.
Dizer que rematamos com um sono a angústia
E as mil pelejas naturais-herança do homem:
Morrer para dormir… é uma consumação
Que bem merece e desejamos com fervor.”

Bom, a minha intenção era mesmo esclarecer de onde veio a frase, já que muitos a associam à alguma filosofia ou a algum filosofo, quando na verdade foi uma citação literária (a não ser que você considere Shakespeare como sendo um filósofo).

Achei interessante este site, que fala um pouco mais do que eu e tem uma parte maior do texto nas versões traduzidas e original: http://naoserouser.wordpress.com/2008/09/30/106/

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Viva ao ano novo. Viva à copa na África. Viva aos seis anos até chegar a Olimpíada. Viva à piadinha que fizeram sobre isso. Viva ao (penta)campeão ‘framengo’. Viva ao filme do Lula. Viva a ceia. Viva à piadinha do pavê. Viva à queima de fogos em Copacabana. Viva à Austrália. Viva às continuações dos filmes. Viva ao Oscar. Viva à energia renovável. Viva as promessas de fim de ano. Viva às piadinhas de final de ano. Viva aos anônimos e aos famosos. Viva às auto-ajudas. Viva a quem gosta de rádio no máximo. Viva ao maior prêmio da história que eu não ganhei. Viva aos dois milhões da Avenida Paulista. Viva ao show da Times Square. Viva às notícias de shopping cheios. Viva às moedas. Viva ao Star Wars. Viva ao Fluminense que ia, mas não foi. Viva ao forró e à música eletrônica. Viva aos votos sinceros. Viva aos votos hipócritas. Viva à areia limpa da praia e à chuva de papel (esse ano teve?!). Viva às crônicas. Viva à ironia. Viva ao ano dos vestibulandos. Viva aos que já entraram na faculdade. Viva aos carros elétricos. Viva a música brega, antiga e cafona que eu ouço. Viva ao filme brega, cafona e independente que vejo. Viva às câmeras. Viva à rotina. Viva ao horário de verão. Viva as charges. Viva às piadinhas sobre comida. Viva às leis. Viva à paz, amor e tudo de bom pra você. Viva ao Word e ao World. Viva à nova cor da moda. Viva à praia cheia, bem cheia, pra espantar o calor. Viva ao trauma de água-viva que venci. Viva ao pudim e ao sorvete napolitano. Viva ao calor. Viva à chuva. Viva à cafonice. Viva às férias, aulas e trabalho. Ou viva a um salve, que está mais na moda.

Apesar de todos os votos que vocês já ouviram, só desejo que Deus os abençoe e proteja. Esse sim é o meu voto mais sincero.

-- desculpem à asência.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

A vida nos anos 70


Quem viveu nos anos setenta vai se lembrar de como era, mas quem não viveu, como eu, também irá gostar da série. Eric, Donna, Fez, Michael, Jackie e Steve são adolescentes que vivem nos anos setenta. A série de comédia conta com um figurino e comportamento tais como o da época. Calças boca de sino, discotecas e muito mais.

Sou um pouco suspeita para falar, já que é uma das minhas séries favoritas. Quem quiser saber sobre horários é só acessar o Site Oficial;

Hoje o episódio foi sobre a moda do Star Wars, sucesso daquela época. Entre outras coisas a trilha sonora também é impecável: Abba (com Fernando), Led Zeppelin, Ac/Dc, e quem não se lembra de Slown down, take easy. Pois é, muitas das coisas dos jovens daquela época eu ainda conheço.

Infelizmente a série só teve oito temporadas, que já estão disponíveis em DVD e são um ótimo presente de natal. Ashton Kutcher também está na série e faz o papel de Michael Kelso. Bom, um episódio da série contando como eles se conheceram segue abaixo, mas só uma parte dele:

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Natureza humana: Violência ou paz?




ESTE É UM TEXTO que fiz sobre o tema: "Natureza humana: Violência ou paz?", para parte de um trabalho. Confesso que não gostei dele, pois o limite de linha era apenas 15 e fiquei com medo de que minha opinião pudesse cair no senso comum. Porém, é um tema que quero completar depois. Já que eu não gostei, tenho que dizer que o motivo da postagem são vários, dentre eles a enorme necessidade que se tem de pensar sobre, e também porque as pessoas gostaram, mais até do que o texto que considero como "obra prima" (EXAGERO) de minha autoria. Enfim... segue abaixo:

Várias são as ciências que tentam entender a natureza humana, já que ela é tão contraditória e confusa, mas ao mesmo tempo nos ajuda a entender a nossa própria essência. E em sua maioria elas afirmam no homem como um ser violento.

Em filosofia, vemos Karl Marx dizer que “homem é produto do meio”, já para os teólogos temos que “como está escrito: não há justo, nem um sequer” (Rm 3: 10). Aliados a essas duas correntes temos os fatos atuais, onde há a morte de inocentes, controle dos traficantes exercido sobre as pessoas, estupros, assaltos e tantas outras coisas que confirmam a nossa natureza violenta.
Ou seja, o homem deixou de agir apenas pelos seus instintos, de ser violento apenas para defender-se, e passou a agir segundo as suas ambições. Não há motivo para matar alguém ou até mesmo fazer algum tipo de violência. Logo, a solução para alcançar a paz será a de negar a própria natureza.

E tudo isto se deve ao fato de vivermos num mundo onde as pessoas querem se sobressair umas às outras, já que parece ser essa a forma de sobreviver na sociedade. E passam a ser violentas para atender aos seus desejos. Deixou de existir limites para a violência dentro de nós. Somos movidos por ela quando temos instintos de vingança, inveja, orgulho, mentira e ciúme, sentimentos tão naturais e tão perigosos.

Bons dias a vocês, senhores e senhoritas :D

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Antes de ir ao cinema...

Passe em http://mussarelasimples.blogspot.com/

Uma parceria aqui do blog
Prometemos nada de clichês! :D

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Recriando, reiventando...me explicando!


Explicando o tempo de ausência no blog. Bom, é que eu estou um pouco atarefada e tive algumas viagens. Mas agora estou de volta. Por enquanto com poucos posts mas em breve... Espero postar pelo menos uma vez a cada dia. Estou lendo bastante e conhecendo coisas novas para postar aqui. Agradeço aos comentários e dizer que além de contos esse blog terá imagens do meu portfólio... Algumas dicas de livros, cinema e enfim... Um pouco de quase tudo. Por isso um tempo para planejar tudo isso.
Beijos e até!

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

"aula de incentivo ao suícidio"

... E com essa frase começa a primeira aula de geografia regional Brasileira. Explicando: Entramos em uma pequena discursão na sala de aula sobre a utilização de desvios em alguns rios, tem em foco o São Francisco. Começamos a perceber sobre o que poderia acontecer e nós lembramos de algo esquecido: A ÁGUA DOCE PODE ACABAR! A aula ainda não havia começado a aula direito quando chegamos a este tópico do problema. Passamos quase 100 minutos conversando sobre isto e vendo as possíveis soluções para resolver esta questão. Só que, percebemos que tudo é um ciclo. Derreter as calotas para utilizar a água congelada como potável, que tem consequências, utilizar a água do mar sem o sal, também tem consequências entre outras inúmeras formas. O que eu quero dizer com isto? O mesmo que o meu professor quis dizer com isto. Somos jovens ainda, adolescentes e em breve o futuro das nações. Devemos pensar bastante no que fazer agora. E despertar também o interesse na solução deste problema aos futuros engenheiros. Ou qualquer um, independente de sua profissão. Temos que estar alertas ao nosso planeta. Cuide dele agora, pois pelo que vimos, pode não ter solução ou ela poderá chegar tarde. E "aula de incentivo ao suícidio" é simplesmente para explicar o fato de que muitos de nós preferem morrer ao viver todas as coisas.
Assistam o vídeo:


Boa semana e cuide do seu verde!

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Umas palavras.

"Crer é errar. Não crer de nada serve." (28-9-1926; A poesia completa de Ricardo Reis, escrito por Fernando Pessoa, companhia de bolso).

Você tem crido em você mesmo? Tá é certo que por vezes você quebra a cara. Mas creia.
Eu acredito e creio no futuro da nação de forma boa e agradável a todos. Mas crer é errar, se não crer nada faço, daí será burrice. Vocês me entendem né?

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Depois de mais ou menos 2hrs ou mais de prova, fomos ao McD. e saiu isso depois da conversa:

Autores: Jaque, Pudim e EU!
Claro que ai não estão apenas melhores bandas...mas só postando mais uma parte do incrível caderno.
Essa foto aí de baixo é de uma ruazinha daqui que eu acho linda! Não dá pra ver direito, mas é bonitinha:

E a próxima sou eu com os cabelos vermelhos! Claro que só vou mostrar my eyes.

Ah! Agora que aprendi a mecher na câmera, vou fazer algo que há tempos penso em fazer: FOTOGRAFAR! É só esperar começar a próxima chuva!
Abraços,
Sofie Simons Bardot