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quinta-feira, 14 de abril de 2011
A publicidade criativa e engraçada
domingo, 13 de fevereiro de 2011
História de guerra com areia

Soube deste vídeo por um e-mail que já está circulando na internet há um tempo, que começa dizendo o quanto vale a pena "perder" alguns minutos do seu tempo para assistir a um "vídeo fantástico", e termina "artes assim deveriam circular na web". Realmente é impressionante o talendo desta ucraniana. Conseguir contar uma história que ainda emociona muitas famílias e que permanece viva na memória de muitos países, usando apenas areia, os dedos, e um super talento, realmente mereceu o primeiro lugar! A escolha da trilha sonora ajudou a compor a atmosfera da apresentação, que no finalzinho tem a versão de Nothing else matters do Metallica tocada pelo apocalyptica, que também participou com a canção Harmageddon.
Eu até gostaria de falar mais sobre o vídeo, mas é que não tem como. Só mesmo assistindo para entender o quão fantástica, bonita e impressionante é: Assista no Youtube
CRÉDITOS: Vídeo incorporado do youtube e imagem de google.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
[Cinema] Eu queria ser um monstro
O filme conta a história de um menino, que fica chateado com todas aquelas "ordens" dos país, como tomar banho, comer direito e entre outros. A partir daí ele começa a desejar ser um monstro, já que monstros não precisam fazer nada disto! Mas a reviravolta do curta começa quando (...) Para saber só vendo o curta!
Acima tem um pequeno vídeo para resumir o filme. E abaixo alguns trechos do making-off.
quinta-feira, 3 de junho de 2010
As evoluções de Alice
Antes da versão de Tim Burton de “Alice no país das maravilhas” e de “Alice do outro lado do espelho”, ambos escritos por Lewis Carroll, já haviam ganhado outras adaptações para o cinema e a TV. A primeira delas é da data de 1903 e foi filmada apenas 37 anos após a primeira edição da obra. Com sua duração original de 12 minutos, apenas 8 deles conseguiram ser restaurados pelo Arquivo Nacional Britânico. Com a direção de Cecil Hepworth e Percy Stow, reforma o formato tradicional do cinema ‘explicativo’ e passa a ter um roteiro feito em ordem mais cronológica. E para entender um pouco desse roteiro o público precisava saber um pouco de como era a obra.
Em 1951 os estúdios Disney criaram a sua versão, a mais conhecida antes da atual.
A segunda versão também é da Inglaterra e produzido para uma série de TV chamada de “The Wednesday Play” (1964-1970) produzida pela BBC. Com direção de Jonathan Miller, o filme ganha uma versão de filme de suspense. Feita em preto em branco no ano de 1966.
Em 1972 foi produzido, em Hollywood, o musical com direção de Willian Sterling
Em 1983 foi feita a versão japonesa pela Nippon Animations. Com 56 episódios as histórias tem um diferencial, Alice volta para casa em cada um deles.
E em 2010, chega a versão mais tecnológia. Produzido por Tim Burton, conta com atores conhecidos como Jhonny Deep e Anne Hataway. Feita em 3D alcançou milhões na bilheteria pelo mundo e hoje é a mais conhecida.
As versões de Alice permitem ver como o cinema tem se transformado, não apenas baseando-se na sua tecnologia, mas na própria forma de compor um roteiro, de vestir o personagens, nos artificios usados para criar efeitos visuais e até mesmo na repercursão que o filme causou na época. Todos eles transmitem alguma peculiariedade de seu tempo e intercalá-se entre os que foram feitos para adultos, outros para crianças e outros buscavam um caminho que agradasse os dois. E é claro, para cada tempo novas edições, ilustradas ou não, foram sendo editadas como livros.
Para conhecer mais e assistir a estas e outras versoes, acesse: Obrigado pelos peixes