Ache...

Mostrando postagens com marcador Curtas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Curtas. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 14 de abril de 2011

A publicidade criativa e engraçada

NÃO SEI AINDA se há alguma pesquisa em publicidade que explique isto, mas são os comerciais cômicos que mais chamam a atenção! Percebi isto depois que vi o novo comercial da Renault, apesar de já o conhecer porque me contaram antes. Por isso resolvi fazer uma pequena lista com alguns comerciais bem criativos que eu vi, e também uns dos meus preferidos!





Para mim todos eles são engraçados, mas o Walk in Fridge é o com o final mais imprevisível, o Trave é algo surpreendente e o The Force é nerd e fofo. Apesar de interromper a programação, a propaganda é uma coisa fantástica! A cada novo comercial são tantas possibilidades cada vez mais criativas, que vão sendo exploradas, uns emocionando, outros fazendo rir e até pensar.

E para você? Qual foi o comercial mais engraçado que você já viu?

domingo, 13 de fevereiro de 2011

História de guerra com areia


COM MAIS DE 17 MILHÕES de acessos desde que o vídeo foi lançado no youtube, a vencedora da edição ucraniana de Britain's got a Talent, que revelou Susan Boyle, fez os jurados do programa e a platéia chorarem durante sua apresentação final. Usando apenas uma mesa com areia, Kseniya Simonova contou a história da invasão alemã na Ucrânia durante a segunda guerra mundial. Usando apenas os dedos, Simonova cria desenhos sobre a superfície de areia que são embalados pelo som da orquestra que acompanha a dramatização dos desenhos.

Soube deste vídeo por um e-mail que já está circulando na internet há um tempo, que começa dizendo o quanto vale a pena "perder" alguns minutos do seu tempo para assistir a um "vídeo fantástico", e termina "artes assim deveriam circular na web". Realmente é impressionante o talendo desta ucraniana. Conseguir contar uma história que ainda emociona muitas famílias e que permanece viva na memória de muitos países, usando apenas areia, os dedos, e um super talento, realmente mereceu o primeiro lugar! A escolha da trilha sonora ajudou a compor a atmosfera da apresentação, que no finalzinho tem a versão de Nothing else matters do Metallica tocada pelo apocalyptica, que também participou com a canção Harmageddon.

Eu até gostaria de falar mais sobre o vídeo, mas é que não tem como. Só mesmo assistindo para entender o quão fantástica, bonita e impressionante é: Assista no Youtube




CRÉDITOS: Vídeo incorporado do youtube e imagem de google.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

[Cinema] Eu queria ser um monstro



O curta-metragem brasileiro "Eu queria ser um monstro" de Marão, foi exibido na 18° edição do Festival Anima Mundi. Eu assisti no Rio, junto com minha família e saímos de lá concordando em uma coisa: Aquele foi o melhor curta da exposição Infantil 3 - mas amamos todos os que vimos, mas o desfecho de "eu queria ser um monstro" é maravilhoso - Fiquei feliz em saber que o curta foi premiado nas categorias melhor curta-metragem infantil (2° lugar) e melhor curta-metragem brasileiro (1° lugar).

O filme conta a história de um menino, que fica chateado com todas aquelas "ordens" dos país, como tomar banho, comer direito e entre outros. A partir daí ele começa a desejar ser um monstro, já que monstros não precisam fazer nada disto! Mas a reviravolta do curta começa quando (...) Para saber só vendo o curta!

Acima tem um pequeno vídeo para resumir o filme. E abaixo alguns trechos do making-off.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

As evoluções de Alice

Antes da versão de Tim Burton de “Alice no país das maravilhas” e de “Alice do outro lado do espelho”, ambos escritos por Lewis Carroll, já haviam ganhado outras adaptações para o cinema e a TV. A primeira delas é da data de 1903 e foi filmada apenas 37 anos após a primeira edição da obra. Com sua duração original de 12 minutos, apenas 8 deles conseguiram ser restaurados pelo Arquivo Nacional Britânico. Com a direção de Cecil Hepworth e Percy Stow, reforma o formato tradicional do cinema ‘explicativo’ e passa a ter um roteiro feito em ordem mais cronológica. E para entender um pouco desse roteiro o público precisava saber um pouco de como era a obra.

Em 1951 os estúdios Disney criaram a sua versão, a mais conhecida antes da atual.


A segunda versão também é da Inglaterra e produzido para uma série de TV chamada de The Wednesday Play” (1964-1970) produzida pela BBC. Com direção de Jonathan Miller, o filme ganha uma versão de filme de suspense. Feita em preto em branco no ano de 1966.

Em 1972 foi produzido, em Hollywood, o musical com direção de Willian Sterling


Em 1983 foi feita a versão japonesa pela Nippon Animations. Com 56 episódios as histórias tem um diferencial, Alice volta para casa em cada um deles.

E em 2010, chega a versão mais tecnológia. Produzido por Tim Burton, conta com atores conhecidos como Jhonny Deep e Anne Hataway. Feita em 3D alcançou milhões na bilheteria pelo mundo e hoje é a mais conhecida.

As versões de Alice permitem ver como o cinema tem se transformado, não apenas baseando-se na sua tecnologia, mas na própria forma de compor um roteiro, de vestir o personagens, nos artificios usados para criar efeitos visuais e até mesmo na repercursão que o filme causou na época. Todos eles transmitem alguma peculiariedade de seu tempo e intercalá-se entre os que foram feitos para adultos, outros para crianças e outros buscavam um caminho que agradasse os dois. E é claro, para cada tempo novas edições, ilustradas ou não, foram sendo editadas como livros.

Para conhecer mais e assistir a estas e outras versoes, acesse: Obrigado pelos peixes