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quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Um mob flash bem Glee


PODEM FALAR MUITAS coisas de Glee, menos que é clichê! Diferente dos outros musicais feitos em colégios americanos, ele não tem um mocinho bonzinho. E no seu repertório há regravações de canções antigas, como Bohemian Rhapisody do Queen, e novas, como Smile de Lily Allen. Sem esquecer de comentar sobre as danças e a linda voz dos atores. Mas vou aproveitar toda essa história para chegar a um pedido feito a alguns posts atrás, em um dos textos com o maior número de comentários que tive. Vou falar sobre FLASH MOB! A explicação sobre o que é isso está aqui. A postagem tem mais de um ano! E me desculpem, mas só agora pude retribuir o pedido!

Em um dos episódios do seriado, Artie sonha que consegue andar e encena uma coreografia em um shopping no estilo flash mob. Para mim foi uma das melhores apresentações que eles já fizeram até hoje. A música é Safety dance e já apareceu em outros seriados como Family Guy:


E é claro que os fãs entraram nessa onda e fizeram suas mobilizaçãoes como esta em Ohio, nos EUA. A música é Don´t Stop Belinvin', um dos sucessos da primeira parte da temporada:


E do outro lado do globo terrestre, uma mobilização em um shopping usou de fundo a música Mercy, também atração da primeira temporada; O local é Tel Aviv a capital de Israel.


E por fim, um dos mob's que tirou um pouco do sossego de quem passava pelas ruas de Dublin, Irlanda. Nesse vídeo eles usam recortes de algumas músicas da série.


Eu achei estes os mais divertidos vídeos porque que aconteceram em culturas diferentes. O interessante mesmo é ver a reação das pessoas quando isto aconteceu. Geralmente, só sabem que um mob flash vai acontecer apenas as pessoas envolvidas. E estão lá, todos fazendo suas atividades normais, quando um começa a dançar e depois uma multidão. E fica uma sensação estranha quando acaba, porque todos simplesmente se dispersam e fica aquele ar de interrogação no ar!

terça-feira, 3 de agosto de 2010

[Cinema] Eu queria ser um monstro



O curta-metragem brasileiro "Eu queria ser um monstro" de Marão, foi exibido na 18° edição do Festival Anima Mundi. Eu assisti no Rio, junto com minha família e saímos de lá concordando em uma coisa: Aquele foi o melhor curta da exposição Infantil 3 - mas amamos todos os que vimos, mas o desfecho de "eu queria ser um monstro" é maravilhoso - Fiquei feliz em saber que o curta foi premiado nas categorias melhor curta-metragem infantil (2° lugar) e melhor curta-metragem brasileiro (1° lugar).

O filme conta a história de um menino, que fica chateado com todas aquelas "ordens" dos país, como tomar banho, comer direito e entre outros. A partir daí ele começa a desejar ser um monstro, já que monstros não precisam fazer nada disto! Mas a reviravolta do curta começa quando (...) Para saber só vendo o curta!

Acima tem um pequeno vídeo para resumir o filme. E abaixo alguns trechos do making-off.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

As evoluções de Alice

Antes da versão de Tim Burton de “Alice no país das maravilhas” e de “Alice do outro lado do espelho”, ambos escritos por Lewis Carroll, já haviam ganhado outras adaptações para o cinema e a TV. A primeira delas é da data de 1903 e foi filmada apenas 37 anos após a primeira edição da obra. Com sua duração original de 12 minutos, apenas 8 deles conseguiram ser restaurados pelo Arquivo Nacional Britânico. Com a direção de Cecil Hepworth e Percy Stow, reforma o formato tradicional do cinema ‘explicativo’ e passa a ter um roteiro feito em ordem mais cronológica. E para entender um pouco desse roteiro o público precisava saber um pouco de como era a obra.

Em 1951 os estúdios Disney criaram a sua versão, a mais conhecida antes da atual.


A segunda versão também é da Inglaterra e produzido para uma série de TV chamada de “The Wednesday Play” (1964-1970) produzida pela BBC. Com direção de Jonathan Miller, o filme ganha uma versão de filme de suspense. Feita em preto em branco no ano de 1966.

Em 1972 foi produzido, em Hollywood, o musical com direção de Willian Sterling


Em 1983 foi feita a versão japonesa pela Nippon Animations. Com 56 episódios as histórias tem um diferencial, Alice volta para casa em cada um deles.

E em 2010, chega a versão mais tecnológia. Produzido por Tim Burton, conta com atores conhecidos como Jhonny Deep e Anne Hataway. Feita em 3D alcançou milhões na bilheteria pelo mundo e hoje é a mais conhecida.

As versões de Alice permitem ver como o cinema tem se transformado, não apenas baseando-se na sua tecnologia, mas na própria forma de compor um roteiro, de vestir o personagens, nos artificios usados para criar efeitos visuais e até mesmo na repercursão que o filme causou na época. Todos eles transmitem alguma peculiariedade de seu tempo e intercalá-se entre os que foram feitos para adultos, outros para crianças e outros buscavam um caminho que agradasse os dois. E é claro, para cada tempo novas edições, ilustradas ou não, foram sendo editadas como livros.

Para conhecer mais e assistir a estas e outras versoes, acesse: Obrigado pelos peixes